Descrição do curso
Durante este curso, os alunos aprenderão Aramaico Bíblico enquanto estudam escrituras antigas dos livros de Daniel e Ezra, adquirindo um vocabulário básico e um conhecimento do idioma antigo.
Durante este curso, os alunos aprenderão Aramaico Bíblico enquanto estudam escrituras antigas dos livros de Daniel e Ezra, adquirindo um vocabulário básico e um conhecimento do idioma antigo.
Bem-vindo ao mundo do Aramaico! Nessa unidade de introdução examinaremos o contexto histórico do idioma Aramaico. Onde fica Aram, quem eram os arameus e como o seu idioma foi usado durante os últimos 3.000 anos de história? Qual é a relação do Aramaico com o Hebraico? De acordo com o texto bíblico, como os arameus se relacionam com a nação israelita?
Depois de observar exatamente onde o Aramaico aparece no texto bíblico, começaremos a aprender o idioma Aramaico. Começaremos pelas formas básicas de substantivos e adjetivos, e como eles são usados em conjunto no Aramaico. Exemplos dos livros de Ezra e Daniel nos oferecerão uma oportunidade de colocar o conhecimento em prática.
Como o Aramaico diferencia entre “um homem” e “o homem”? Nessa unidade iremos examinar a palavra em Aramaico para "o" e ver como a forma dessa palavra interage com os sufixos de número e gênero que aprendemos na unidade 2. Ao observar os textos bíblicos de exemplo, também descobriremos como a arqueologia pode esclarecer eventos bíblicos.
Como o Aramaico descreve substantivos com outros substantivos ao invés de adjetivos, como fazemos em português utilizando a palavra "de"? Nessa unidade examinaremos uma construção especial conhecida como "palavras compostas" e ver o efeito desta construção na forma de um substantivo.
Uma das histórias mais famosas em Aramaico nos textos bíblicos é a história de Daniel na cova do leão. Leremos as partes mais importantes desse texto em Aramaico e Português para debater algumas das características literárias e linguísticas dessa narrativa. Também utilizaremos esse texto para revisar a inclinação do substantivo no absoluto, no definido e em palavras compostas.
Como são os pronomes pessoais independentes "Eu, você, ele, ela..." em Aramaico Bíblico e como podemos utilizá-los para construir orações? Como eles são similares e diferentes do que vemos em Hebraico? Também aprenderemos nessa unidade sobre o fenômeno do kethiv/qere e veremos como isso afeta as formas dos pronomes aramaicos que aparecem no texto bíblico.
Como o Aramaico expressa a ideia de posse (meu, seu, dele, etc.)? Nessa unidade aprenderemos como ver pronomes quando estão como sufixos de outras palavras e não em sua forma independente original. Leremos o segundo capítulo de Daniel para encontrar alguns exemplos de sufixos pronominais em contexto.
Nessa unidade leremos a história dos amigos de Daniel que foram jogados em uma fornalha de fogo e saíram sem sofrer danos (Daniel 3). Utilizaremos o texto para revisar as diferentes formas de pronome que estudamos durante as últimas aulas. Também debateremos sobre o contexto histórico e linguístico dessa narrativa
Nessa unidade iremos explorar mais algumas maneiras de combinar substantivos e adjetivos antes de estudar os verbos. Iremos discutir o afixo דִּי “de” e ver algumas maneiras diferentes em que ele pode ser usado para expressar a mesma relação que uma palavra composta. Também aprenderemos como o Aramaico pode criar uma oração sem utilizar nenhum verbo.
Iniciamos nossa apresentação do sistema verbal Aramaico estudando a conjugação sufixo, conhecida como forma Qətal. Por que chamamos isso de "conjugação sufixo"? Quais tempos verbais podem traduzir esse verbo aramaico? Leremos o livro de Daniel para encontrar exemplos da forma e usos de Qətal.
Agora que aprendemos sobre a conjugação sufixo, iremos estudar a "conjugação prefixo". Como esses verbos Yiqtul são diferentes dos verbos Qətal em forma e significado? Com quais tempos verbais do português podem ser traduzidos? Como de costume, leremos textos bíblicos em Aramaico em busca de exemplos.
Para nossa terceira unidade centrada em um texto, examinaremos as cartas que são trocadas entre o rei da Pérsia e vários administradores ao oeste do rio Eufrates no livro de Ezra. Além do nosso debate sobre o contexto histórico destas cartas, também revisaremos as formas verbais e algumas notas sobre vocabulário em aramaico.
Nessa unidade, damos atenção a uma nova forma de verbo: o particípio. Qual é a diferença dessa forma com as formas Qətal e Yiqtul, na morfologia e nas diferentes funções que desempenha no Aramaico Bíblico? Leremos alguns exemplos em Daniel de como o particípio pode ser usado como substantivo, como adjetivo e, de algumas maneiras distintas, como um verbo.
Nosso estudo das formas básicas do verbo termina ao examinarmos as formas e usos dos verbos imperativos e infinitivos. Como a morfologia do imperativo se relaciona com a forma Yiqtul? Quais são as duas funções diferentes que o infinitivo tem no Aramaico Bíblico? Estas são algumas das perguntas que responderemos utilizando exemplos de Ezra e Daniel.
Nessa unidade iremos revisar nossas últimas aulas sobre o sistema verbal e resumir as diferentes formas. Revisaremos as características básicas de verbos Qǝtal, Yiqtul, particípio, imperativo e infinitivo. Então treinaremos com um versículo em Aramaico do livro de Jeremias.
Agora que estudamos as formas básicas de substantivos e verbos, iremos expandir e observar o sistema verbal do aramaico como um todo. Examinaremos cada um dos Binyanim do Aramaico (conjugações do verbo) e como funcionam no idioma. Como são em comparação com os binyanim do Hebraico?
Nessa unidade continuaremos nosso debate sobre os binyanim com foco no Hitpeel binyan. Como esse binyam se relaciona com Peal, e como a sua morfologia é única? Examinaremos este binyan e suas várias conjugações, sempre buscando exemplos no texto bíblico.
A história da escritura na parede é uma das mais conhecidas do livro de Daniel. Leremos e debateremos a primeira metade dessa história e leremos o resto depois. Como o contexto histórico dessa narrativa pode esclarecer alguns dos personagens e eventos? O que podemos observar sobre o sistema verbal do aramaico lendo esses versículos?
Nessa unidade iremos analisar os binyanim duplos, Pael e Hitpaal. Por que são conhecidos como binyanim "duplos"? Como diferem em forma e voz, um do outro e de outros binyanim? Leremos alguns versículos do livro de Daniel em busca de exemplos para cada um desses verbos.
Continuaremos nossa discussão sobre os binyanim com a raiz causal: os verbos Hafel e Hofal. Qual é a principal característica dessas formas de verbo e como se diferenciam? Como seu significado e uso são diferentes de outros binyamin? Como de costume, leremos textos de Ezra e Daniel para falar sobre exemplos específicos desses verbos.
Nessa unidade continuaremos o debate da história de Daniel 5 sobre a escritura na parede. Além de aprender o contexto histórico e cultural dessa narrativa, também utilizaremos esses versículos para revisar os binyanim do verbo Aramaico. O que é o binyan Peil e qual é a sua diferença em forma e significado com Peal?
Idiomas como o português e o hebraico têm dois conjuntos de pronomes demonstrativos: esta/estas e essa/essas. Qual é a diferença do Aramaico? Como são os pronomes demonstrativos em Aramaico e como são usados? Vários exemplos dos livros de Ezra e Daniel nos ajudarão a entender este novo conjunto de pronomes em aramaico.
O assunto de discussão dessa unidade é o objeto direto, por ex., a pessoa ou coisa para a qual a ação do verbo é feita. Quais são as maneiras do Aramaico de marcar uma palavra como objeto direto de uma oração? O objeto direto é marcado sempre? Utilizaremos nosso conhecimento e vocabulário para treinar a tradução de alguns versículos de Ezra e Daniel.
Agora que sabemos os princípios básicos da gramática do Aramaico, resta saber o que fazer quando encontramos vocabulário desconhecido? Nessa unidade responderemos a pergunta explorando dicionários do Aramaico Bíblico. Aprenderemos como cada dicionário é organizado e como extrair a forma básica de qualquer palavra nova para descobrir seu significado.
Nessa unidade voltamos ao livro de Ezra, lendo as cartas do rei Dário e testemunhando sua influência na reconstrução do templo em Jerusalém. Debateremos sobre o idioma e o contexto histórico desse capítulo, com foco especial na revisão de assuntos das últimas aulas.
Agora que aprendemos como navegar por dicionários de Aramaico, vamos aprender o motivo de algumas diferenças entre palavras em Hebraico e Aramaico de mesma origem. Como as 29 consoantes semitas originais se transformaram nas 23 que vemos no Aramaico do texto bíblico? Como isso pode nos mostrar a nossa compreensão do vocabulário Aramaico?
Nessa unidade continuamos nosso debate sobre as mudanças de consoante nos idiomas semíticos e como esse fenômeno afeta o vocabulário Aramaico e a sua relação com o Hebraico. O que são consoantes "enfáticas"? Quantas existiam em protossemítico e como entraram no Aramaico Bíblico? Estas são as perguntas que responderemos utilizando vocabulário bíblico como exemplo.
Agora que exploramos as raízes fortes em vários padrões de substantivos e verbos do Aramaico, analisaremos as raízes fracas. Nessas raízes, uma das letras da raiz pode desaparecer ou ser alterada em diferentes conjugações e formas. Quais consoantes se comportam assim e como chamamos esses grupos de raízes? Nos concentraremos em três grupos de raízes fracas nessa unidade e falaremos sobre os outros na unidade 29.
Continuando nosso debate sobre as raízes fracas, buscamos exemplos nas visões apocalípticas em Daniel 7:1-7. Além de examinar vários novos tipos de raízes fracas, falaremos sobre o contexto histórico dessa visão. O que as quatro bestas representam? Qual é a posição desse capítulo no contexto mais amplo do livro de Daniel?
Nessa unidade final do curso, analisaremos as unidades anteriores para ver quão longe chegamos. Começando por uma revisão do contexto histórico do idioma, seguiremos com a revisão de substantivos, verbos, pronomes e estrutura das palavras em Aramaico. Sintetizaremos as ferramentas gramaticais básicas, fundamentais para a leitura independente de Daniel e Ezra.
Aprenda com nossos acadêmicos renomados, especialistas em estudos bíblicos com formações avançadas e diplomas das principais universidades do mundo.
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